O valor é decidido por quem?
Pelo proprietário. O que a imobiliária traz é a referência do que vem sendo negociado na mesma região e o efeito prático de cada faixa sobre o tempo de venda. A escolha, inclusive a de esperar, é do dono do imóvel.
Tem algum custo para colocar à venda?
Não. Fotos, material, divulgação e atendimento correm por conta da imobiliária. A comissão é devida apenas se a venda se concretizar, no percentual definido por escrito antes do início dos trabalhos.
Exclusividade é obrigatória?
Não. A autorização pode ser aberta ou exclusiva. A exclusiva permite investimento maior na divulgação daquele imóvel e concentra a negociação em um interlocutor; a aberta mantém o proprietário livre para trabalhar com outras imobiliárias. As duas são formalizadas por escrito, com prazo determinado.
E se o imóvel já estiver anunciado com outra imobiliária?
Se a autorização vigente não for exclusiva, não há impedimento. Havendo exclusividade em vigor, o contrato precisa ser respeitado até o fim do prazo.
Como o proprietário acompanha o que está sendo feito?
Por relato a cada quinze dias, com o número de contatos, as visitas realizadas, o retorno dado por quem visitou e a recomendação para o período seguinte. Imóvel parado sem explicação é falha de quem intermedia.
Quanto tempo leva uma venda?
Não existe prazo garantido, e quem garante está prometendo o que não controla. O que se pode dizer com honestidade é o que encurta: documentação pronta, material bom, condição de pagamento flexível e valor alinhado ao que a região vem praticando.
A região de atuação é qual?
Balneário Piçarras, Penha e Barra Velha. Fora desse raio, a recomendação é procurar um corretor que acompanhe o mercado local de perto.